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Destaque do Mês de Agosto
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Catedral
de Bagrati e o Mosteiro Gelati
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Novas fotos postadas: |
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No primeiro trimestre de 2010 fizemos uma enquete sobre a preferência
dos internautas entre alguns dos estilos na arquitetura histórica
e o resultou ficou desta maneira: ART NOUVEAU 35% NEOCLÁSSICO 14% ECLÉTICO 7%. |
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Ao longo de 2009 fizemos uma enquete sobre qual a cidade histórica
que os leitores mais gostariam de visitar, o resultado surpreendeu! Em primeiro lugar ficou Goiás - GO com 25% dos votos, seguida de Ouro Preto - MG com 20% e Manaus - AM com 16%. Concorreram também: Olinda - PE, Belém - PA, Tiradentes - MG, Petrópolis - RJ, Rio de Janeiro - RJ, Salvador - BA, Diamantina - MG, Penedo - AL, Vassouras - RJ, São Paulo - SP, Florianópolis - SC e São Cristóvão - SE. |
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Abaixo registros de nossa visita ao Museu da
República no Catete, Rio de Janeiro - RJ:
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O Palácio do Catete, atual Museu da República, localiza-se no bairro de mesmo nome, na cidade do Rio de Janeiro. À época do Brasil República, o Catete foi sede do Poder Executivo de 1897 a 1960, quando este se transferiu para Brasília. A partir da década de 1970, suas dependências passaram a abrigar o Museu da República, entre outras instituições. A edificação foi erguida como residência da família do cafeicultor Antonio Clemente Pinto na então Capital do Império: era então denominada como Palacete do Largo do Valdetaro. Tendo aquele senhor de terras obtido o título de barão de Nova Friburgo, o seu imóvel passou a ser conhecido como Palácio de Nova Friburgo. Com projeto do arquiteto alemão Carl Friedrich Gustav Waehneldt, datado de 1858, os trabalhos tiveram início com a demolição da antiga casa de número 150 da rua do Catete. A construção terminou oficialmente em 1866, porém as obras de acabamento prosseguiram ainda por mais de uma década. Após o falecimento do barão e da baronesa, o conde de São Clemente, filho mais novo do casal, vendeu o imóvel do Catete em 1889 para um grupo de investidores, que fundou a Companhia Grande Hotel Internacional. Este empreendimento, entretanto, não teve sucesso em transformar o palácio em um hotel de luxo. Devido à política do "encilhamento", o empreendimento veio a falir, sendo os seus títulos adquiridos pelo conselheiro Francisco de Paula Mayrink, que cinco anos mais tarde quitou as próprias dívidas junto ao então denominado Banco da República do Brasil. À época, a sede do Poder Executivo Brasileiro era o Palácio do Itamaraty no Rio de Janeiro. Em 1897 o presidente Prudente de Morais adoeceu e, entrementes, assumiu o governo o vice-presidente, Manuel Vitorino, o qual fez adquirir o palácio e ali fez instalar a sede do governo. Oficialmente, o palácio foi sede do Governo Federal de 24 de fevereiro de 1897 até 1960 quando a capital e o Distrito Federal foram transferidos para Brasília. Vários eventos históricos aconteceram nas salas do Palácio, tais como a morte do presidente Afonso Pena, em 1909; a assinatura da declaração de guerra contra a Alemanha em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial; a visita e hospedagem do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1934; a declaração de guerra contra o Eixo, na Segunda Guerra Mundial, em 1942; o suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 1954, com um tiro no coração, em seu aposento no terceiro andar do Palácio, entre outros. O edifício é um dos principais exemplos da arquitetura neoclássica no país. O edifício inscreve-se num parque ajardinado com espelhos d'água, que se estendem da rua do Catete até à atual rua Praia do Flamengo. A remodelação dos jardins do palácio ficou a cargo do engenheiro Paulo Villon. Na construção original, o alto do edifício possuía águias fundidas em ferro. Posteriormente, esses ornamentos foram substituídos por estátuas de musas, representando o verão, o outono, a Justiça, e outros temas. A partir de 1910, por sua vez, as estátuas foram substituídas por novas águias, só que agora em bronze, obra do escultor Rodolfo Bernardelli. As antigas esculturas de ferro foram fundidas para a fabricação dos bancos do jardim. A edificação ficou então conhecida como o Palácio das Águias, denominação raramente utilizada. Nas dependências do Palácio funcionam ainda um café, uma livraria (a Livraria Museu da República), o Espaço Museu da República, que conta com um cinema, e o Museu do Folclore O Museu da República: Foi inaugurado em 15 de novembro de 1960 pelo presidente Juscelino Kubitscheck, após a inauguração de Brasília. Fundado em 1983, o Centro de Referência da República é uma biblioteca com cerca de dez mil obras e publicações sobre Ciências Sociais e História do Brasil, incluindo obras raras; centenas de títulos de vídeos; títulos de CD-ROMs sobre arte, história, museus e variedades; e seiscentos títulos de periódicos. Em seu acervo estão obras de pintores importantes para a história do Brasil, como João Batista Castagneto (1862-1900) e Armando Viana (18971991). O Centro de Referência ainda abriga o acervo original da época em que o Palácio do Catete era sede da Presidência da República, o que inclui doações pessoais, como a Coleção Pereira Passos, a Coleção Igreja Positivista do Brasil, a Coleção Getúlio Vargas e a coleção Memória da Constituinte. |
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Abaixo registros de nossa visita a Escola Municipal
Senador Corrêa em Laranjeiras, Rio de Janeiro
- RJ:
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Escola Municipal Senador Corrêa: "Construída em 1883 - Tombada em 1998" A história da escola está ligada aos ideais do senador Manoel Francisco Corrêa que iniciou sua carreira nos tempos do Império. Apaixonado pelos problemas da educação defendia a aquisição da leitura e escrita por todos. Em 1874, fundou a Associação Promotora de Instrução (API), composta por mais de 700 pessoas que mensalmente colaboravam para patrocinar seus projetos. Em terreno comprado de um banco alemão, a Escola Senador Corrêa foi construída pela API em 1883 para formar professores, com o nome de Escola da Glória. O ensino foi gratuito até 1930, ministrado em aulas diurnas e noturnas por professores cuidadosamente selecionados pela Associação, que também fornecia todo o material usado pelos alunos. Conta-se até que a Princesa Isabel teria dado aulas de corte e costura nesta escola. Quando o Estado Novo assumiu o ensino público de formação de professores, a escola fechou. Reabriu em 1950 para ser cedida ao Colégio de Aplicação da UFRJ por 20 anos. Em 1970, a API reassumiu, transformando a escola em particular de ensino alternativo ao tradicional, apoiado em pensamentos de Piaget, Paulo Freire e de Freinet. A Arte-educação fundamentava a proposta político pedagógica da Escola Senador Corrêa, tornado-a famosa pelo experimentalismo nas décadas de 70, 80 e 90. Em suas salas estudaram filhos de personalidades conhecidas no meio artístico, como os filhos de Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Luis Melodia, Baby Consuelo, entre muitos outros . A escola começou a apresentar problemas financeiros. Em 1998, o casarão e a casa de número 14 da Rua Senador Corrêa, chamado de anexo, foram vendidos a uma construtora que fez a revenda para a Caixa de Assistência dos Advogados do Brasil (CAARJ), que pretendia construir um hospital. Graças à luta da Associação dos Moradores de Laranjeiras (AMAL), contrária à idéia de um hospital no local, o conjunto arquitetônico formado pela escola e pelo anexo foi tombado provisoriamente pelo INEPAC em 1998, e em 1999, em definitivo. Mesmo tombado, o anexo onde funcionava a educação infantil foi demolido em setembro de 1999, para a construção do hospital. A polêmica só acabou em 2002, graças à intervenção da Secretaria Municipal de Urbanismo que conseguiu um acordo com a CAARJ, cedendo-lhe um terreno na Cidade Nova em troca da escola. A restauração também tornou-se possível quando a SMU coordenou outro processo de permuta com a AGENCO que precisava cumprir a lei que obriga os grandes empreendimentos residenciais a construírem uma escola e ela estava devendo uma à Prefeitura. A construtora substituiu as obras de construção de uma escola na Barra da Tijuca pelas obras de restauração da Escola Senador Corrêa. O prédio retoma a função para o qual foi construído: a de ensino, antes patrocinado pela Associação Promotora de Instrução e agora público, como Escola Municipal Senador Corrêa. |
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Abaixo registros de nossa visita ao Colégio
Estadual Amaro Cavalcanti no Largo do Machado, Rio de Janeiro
- RJ:
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Colégio Estadual Amaro Cavalcanti - Um imponente prédio de proporções avantajadas chama a atenção de quem passa pelo Largo do Machado, número 20. Desde 1874, a histórica construção é a sede de uma das instituições de ensino mais tradicionais do Rio de Janeiro, o Colégio Estadual Amaro Cavalcanti - CEAC. No dia 04 de maio de 2009, o antigo edifício começou a enfrentar uma obra de recuperação de toda a estrutura da fachada, preservando as características do prédio, que é tombado pelo Patrimônio Histórico. Em meio à paisagem urbana da região, o tradicional edifício ganha destaque. No alto da fachada, quatro estátuas que representam a Ciência, a Agricultura, a Arte e a Indústria, todas do escultor francês Mathurin Moreau, mostram a importância histórica e cultural da construção. A escola é protegida por sólidas grades de ferro e, no alto da escadaria, dois exuberantes leões brancos descansam solenemente, um em cada lado da porta principal de entrada. Na fachada, é possível ler a frase: Ao povo o governo. O prédio possui três andares e, logo no primeiro ambiente, uma bela escadaria de madeira possibilita o acesso a cada um. Atualmente, o colégio tem 24 salas de aulas, uma biblioteca, duas salas de vídeo, uma sala especial para o Projeto Autonomia e uma cozinha industrial, que serve em torno de 1800 a 2000 refeições por dia. Além de duas quadras cobertas, um auditório com capacidade para 400 pessoas, um laboratório de química, física e biologia e um laboratório de informática com 20 computadores.
O
prédio foi construído a pedido de D. Pedro II para sediar
a primeira Escola do Imperador, em 1870. O governante, que
era conhecido como protetor da educação, optou pelo colégio
ao invés de uma estátua em sua homenagem. A partir desta
data, outras escolas começaram a ser erguidas para a instrução
primária no Município da Corte.Nesses 135 anos de ensino
público, o histórico edifício passou por várias
fases. A instituição já proporcionou ensino fundamental,
formação de professores, ensino técnico e atualmente
oferece formação geral. |
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Abaixo registros de nossa visita ao bairro Catete
no Rio de Janeiro - RJ:
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Catete - é um bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro, com forte comércio de rua e população majoritária é a de classe média. O bairro já foi sede da Presidência da Republica do Brasil que ficava localizado no que é hoje o Museu da República. Por ser de ocupação muito antiga, remontando ao período colonial, o Catete tem ainda inúmeros sobrados e prédios históricos ou arquitetonicamente relevantes. Infelizmente inúmeros sobrados e casas que remontavam a era colonial já foram demolidos à custa de uma suposta "modernidade", como foi o caso do fabuloso Cine Azteca. O bairro já foi um dos mais nobres da cidade antes da transferência da capital da cidade do Rio de Janeiro para Brasília. Após a transferência o bairro entrou em uma certa decadência, principalmente devido à sua grande população de rua. Com o tempo a decadência do bairro começa a ser amenizada e uma ainda tímida revitalização começa a ocorrer atualmente.
O
Caminho do Catete, hoje Rua do Catete, já existia antes da
chegada dos portugueses e franceses no Rio de Janeiro, pois relatos
muito antigos descrevendo as batalhas entre Portugal e França
(os franceses lutavam com o auxílio dos índios Tamoios),
já se referem ao Catete de uma maneira corriqueira. O local
era habitado pelos índios da aldeia Uruçumirim (Uruçu=Abelha;
Mirim=pequeno), chefiada pelo temido Cacique Biraçu Merin. |
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Abaixo registros de nossa visita a Fazenda
Campos Novos em Cabo Frio - RJ:
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Fazenda Campos Novos - É um exemplar único do período colonial da cidade de Cabo Frio, com uma arquitetura simples e bela. O conjunto arquitetônico é composto por casa grande - sede, igreja, cemitério, senzalas, casas de trabalhadores livres, oficinas, cocheira, chiqueiro, curral e ruínas de engenho, que representa muito bem a sociedade deste período. O projeto tem uma característica singular que é a edificação da igreja integrada com a casa-grande, o que permitia aos senhores da época acesso exclusivo as missas, através de uma espécie de púlpito lateral, com ligação direta aos aposentos internos da casa. A fazenda foi construída pela Companhia de Jesus, cujo início do estabelecimento remonta a um curral de gado levantado em 1690 e localiza-se no distrito de Tamoios na zona rural de Cabo Frio, entre os municípios de São Pedro D' Aldeia e Casimiro de Abreu, em uma elevação da planície pantanosa dos rios Una e São João, junto ao antigo caminho colonial que ligava Campos dos Goytacazes ao Rio de Janeiro, atual RJ-140. Em 1623, após as fundações da cidade de Cabo Frio em 1615 e da Aldeia de Índios de São Pedro 1617, os jesuítas receberam duas grandes doações de terras na região, as sesmarias do Rio Una e de Búzios. Ainda em 1690, os jesuítas levantaram a residência e a Igreja de Santo Inácio, batizando a propriedade como Fazenda Campos Novos para diferenciá-la da similar campista. Logo o negócio mostrou-se promissor: 1500 cabeças de gado eram criadas e guardadas por apenas dois escravos africanos. No final do século XVIII, a criação de gado desenvolvida na fazenda dos jesuítas nos Campos dos Goytacazes começou a gerar bons frutos. Grandes boiadas seguiam pelas restingas de São João da Barra e Quissamã, passavam pela fazenda da Companhia em Macaé e a partir da travessia do Rio São João em Cabo Frio eram tocadas por precários caminhos que se afastavam do litoral em Araruama e que seguiam com destino final a cidade do Rio de Janeiro. Considerando que a sesmaria dos jesuítas, junto ao Rio Una, situava-se no meio do caminho entre os Campos dos Goytacazes e a cidade do Rio de Janeiro, esses religiosos planejaram estabelecer uma fazenda de criação de gado na mesma planície, com o mesmo objetivo da sua empresa no norte fluminense e que também pudesse servir como "invernada" para descanso e engorda das boiadas campistas, para assim chegar com maior peso no principal centro de consumo do sudeste brasileiro. Até meados do século XIX o estabelecimento rural mais importante de Cabo Frio, embora decadente, manteve o prestígio anterior comprovado pelas referências que se encontram nos livros de viajantes naturalistas como Darwin, que utilizava os aposentos da propriedade como base para fazer pesquisa em regiões próximas, e ainda Lucook e Saint-Hilaire. Na fazenda, também almoçou e descansou D. Pedro II com sua comitiva, vindo de Campos a caminho da cidade de Cabo Frio em 1847. |
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Abaixo registros de nossa visita a Ribeirão
Preto - SP:
: Fotos por Leonardo Sherman : |
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Ribeirão Preto - A partir da mineração do ouro em Minas Gerais, os campos do norte de São Paulo sofreram grande afluência de povoadores mineiros, que aí formaram fazendas de criação de gado.Com o aumento da população tornou-se necessária a construção de uma capela e, para este fim, José Mateus dos Reis doou a primeira gleba de terras, em 1845. Novas doações seguiram-se, não aceitas, contudo, devido a cautelas legais. Somente em 1856, depois de mudado o local das doações, foi possível a formação do patrimônio, com a construção da ermida de São Sebastião, entre o Córrego Retiro e o Ribeirão Preto. O povoado continuou progredindo, sendo elevado à categoria de Freguesia em 1870, quando foi concluída a construção da capela. A partir da Independência do Brasil, as atividades agrícolas foram incentivadas, tendo a Vila de São Sebastião do Ribeirão Preto acolhido inúmeras famílias. Dentre estas destaca-se a família Pereira Barreto que introduziu a cultura do café tipo "bourbon". Destacados cafeicultores abandonaram o Vale do Paraíba instalando em Ribeirão Preto, terra apropriada ao café, grandes fazendas, sob administração dos Pereira Barreto, dos Junqueira, do Coronel Francisco Schmidt - o "Rei do Café", Martinico Prado e Henrique Dumont. O rápido progresso de Ribeirão Preto derivou-se do Extraordinário desenvolvimento da cafeicultura, largamente explorada, e da instalação dos trilhos da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro, em 1883. Nessa época, a "Capital do Café"contava com 10.420 habitantes. |
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Abaixo registros de nossa visita a Lumiar
em Nova Friburgo - RJ:
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Lumiar - A História de Lumiar está inserida no contexto da colonização Suíça em Nova Friburgo, implantada por D. João VI em 1818. A ocupação das terras do Vale do Rio Macaé se deu o êxodo dos colonos que ao se depararem com as péssimas terras que lhes foram oferecidas, as abandonaram e alguns se deslocaram em direção ao nascente formando os povoados de São Pedro da Serra, Lumiar, Boa Esperança outros.
Os
colonos suíços foram os pioneiros na ocupação
sendo seguidos em 1824 pelos colonos alemães, posteriormente
chegando italianos, libaneses e outros. |
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Abaixo registros de nossa visita a Ilha Grande
em Angra dos Reis - RJ:
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Ilha Grande - Dois anos após o Descobrimento do Brasil o navegador Gonçalo Coelho que já havia batizado o Rio de Janeiro, descobriu em 06 de Janeiro a Ilha Grande. A princípio eles pensavam que a Ilha fosse um continente e ao seu leste, a desembocadura de um grande rio. O nome surgiu por índios Tamoios que a chamavam de "Ipaum Guaçu", expressão que significa Ilha Grande. Local preferido pelos navegantes portugueses, espanhóis, ingleses, franceses e holandeses, a Ilha Grande foi palco da história do Brasil desde a época do seu descobrimento. Em 1559, Don Vicente da Fonseca foi designado pelo Reino de Portugal para tomá-la à posse lusitana e administrá-la. Em meados do século XVI, começa uma longa e encarniçada guerra de resistência à colonização européia, a Confederação dos Tamoios (1554 a 1567 - foi a segunda grande luta de resistência social havida na história do mundo, antecedida pela insurreição asteca, em 1520 - tendo sido, no entanto, de proporções e duração muito maiores), contra os invasores portugueses; os Tamoios tiveram ajuda dos franceses ("mair", como os chamavam os Tupinambás), enquanto que os portugueses (chamados de "peró") foram ajudados pelos índios Tupiniquins; bateram-se ao longo do litoral brasileiro numa surpreendente extensão que alongou-se do Espírito Santo até São Paulo, tendo sido a região de Angra dos Reis um dos principais redutos da resistência indígena, fato que retardou a sua colonização por mais de meio século. Em 1803 o povoado obtém uma identidade jurídica: Freguesia de Santana da Ilha Grande de Fora. Tornou-se um famoso entreposto do tráfico ilegal de escravos até a abolição da escravatura em 1888. Somente depois de proclamada a República, em 1891, foram criados os dois primeiros distritos: Abraão e Sítio Forte, hoje Araçatiba.
No
período de 1725 a 1764, com o avanço da cultura da cana-de-açúcar,
começa a acontecer a colonização da Ilha Grande,
num ciclo que se estenderá até a primeira metade do século
XIX. O café, introduzido um pouco mais tarde, perdurou entre
1772 e 1890, chegando, inclusive, a ser exportado para a Europa. Com
o término da escravidão, na segunda metade do século
XIX, a cultura do café tornou-se inviável e foi abandonada.
A Ilha Grande entrou em um período de decadência. No mesmo
período, ocorreu o fim da "Invencível Armada"
Lusitana. Desse fato resultou a intensificação do contrabando
do Pau-Brasil e muitos outros tipos de contrabando. No século
XIX, D. Pedro II visitou a Ilha Grande. Ele ficou encantado pela sua
beleza e tranqüilidade.
A
água para abastecer o Lazareto foi desviada do Córrego
do Abraão, sendo para tanto construída uma barragem e
o Aqueduto, um dos monumentos de maior importância histórica
da Ilha Grande. Existe, ainda hoje, perto da barragem, o banco de pedra,
denominado "Banco de D. Pedro", utilizado pelo Imperador para
descanso. Em 1940 foi construído em Dois Rios o Instituto Penal Cândido Mendes, com capacidade para mil presos de alta periculosidade. À convivência dos presos políticos do regime militar com os presos comuns, dentro dos muros do presídio, é atribuída uma das origens do chamado "crime organizado", pontuando com acontecimentos marcantes, tais como, fugas de helicóptero e outros, com ampla cobertura da mídia nacional e internacional; a presença do presídio vem notorizar a Ilha Grande, por aspectos diametralmente opostos à sua beleza natural e importante significação histórica.
No
ano de 1994, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do
Governador Leonel Brizola, faz a demolição da maior parte
das dependências do presídio. Com a decadência da
agricultura, inicia-se a regeneração de capoeiras nas
áreas abandonadas e etapas superiores de sucessão vegetal. |
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Abaixo registros de nossa visita ao Palácio
Quitandinha em Petrópolis - RJ:
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Palácio Quitandinha - Construído em 1944 por Joaquim Rolla, para ser o maior cassino hotel da América Latina, foi projetado em estilo rococó hollywoodiano (internamente) e normando-francês (externamente), este último bastante presente na arquitetura de Petrópolis devido à colonização alemã. Possui 50 mil metros quadrados e seis andares, divididos em 440 apartamentos e 13 grandes salões com até 10 metros de altura. A cúpula do Salão Mauá é a segunda maior cúpula do mundo possuindo 30m de altura e 50m de diâmetro. Em sua construção foi usada uma grande quantidade de areia da praia de Copacabana. O lago em toda a extensão de sua imponente fachada possui o formato do mapa do Brasil e foi construído como único suporte viável no caso de um inesperado incêndio. Em 30 de maio de 1946, o presidente Eurico Gaspar Dutra decretou a proibição do jogo no Brasil e o Quitandinha não conseguiu sobreviver apenas como hotel por muito tempo. Seus apartamentos foram vendidos por Joaquim Rolla a partir de 1963, fazendo ali um dos maiores clubes do mundo, que lucrou muito com o aumento da economia brasileira nos anos 70 , embora não tenha conseguido se manter por vender muitos títulos de sócios remido (sócios fixos sem pagar mensalidade) e assim perdeu o lucro que ganhava mensalmente. O Palácio Quintandinha ainda é conhecido como o maior e mais legítimo palácio do Brasil e ao lado do Colón (Uruguay) como os maiores da América Latina. |
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Abaixo registros de nossa visita a Propriá
-SE:
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Propriá - As terras do atual Município de Propriá faziam parte da sesmaria que Cristóvão de Barros, em 1590, legou a seu filho, Antônio Cardoso de Barros. No fim da primeira metade do século XVII, a viúva de Antônio Cardoso de Barros doou terreno, antes denominado do Urubu, a Pedro de Abreu de Lima, este deixou a seu filho, alferes Francisco da Silva de Abreu, as terras do Curral Falso. Graças a sua privilegiada situação - às margens de um grande rio e nas proximidades de várzeas férteis - a povoação do Urubu alcançou tão rápido desenvolvimento que a 18 de outubro de 1718 o Arcebispo D. Sebastião Monteiro, desmembrando-a da de Vila Nova de S. Francisco, a elevou a paróquia, sob a designação de Freguesia de Santo Antonio do Urubu de Baixo, cujo território, já em 1800, era habitado por mais de 4000 pessoas e abrangia 875 fogos. Em 5 de setembro de 1801, D. Fernando, em nome do Príncipe Regente, D. João, ordenou ao Ouvidor Geral e Corregedor da Comarca de Sergipe del Rei fizesse erigir em vila a povoação, que tinha como limites, ao norte, o rio São Francisco; ao sul, a divisão do rio Japaratuba, do termo de Santo Amaro das Brotas; ao nascente, a vila nova; e ao poente, o dilatado Geral do Sertão, a partir do distrito de Jacobina. A 7 de fevereiro de 1802 foi cumprida a ordem, passando a localidade a chamar-se Propriá. |
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Abaixo registros de nossa visita a Catas Altas
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Catas Altas - Em 1702, o bandeirante Domingos Borges descobriu na fralda oriental da Serra do Caraça ricas minas auríferas, mais tarde denominadas de Catas Altas. A ele se deve também a fundação do arraial. Mas foi somente bem recentemente, em 21 de dezembro de 1995, que o então distrito de Catas Altas emancipou-se de Santa Bárbara. Situada ao pé da Serra do Caraça, a apenas 120 quilômetros de Belo Horizonte, a aconchegante e turística cidade pertenceu ao ciclo do ouro. O primeiro batismo foi celebrado na capela de Nossa Senhora de Conceição, em 1712, época que coincide com o início da construção da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Nesta época já se delineava o aglomerado urbano que se formava ao redor da mineração. Em 1718, o arraial foi elevado à freguesia, através de medidas da administração colonial, sendo a paróquia declarada de natureza coletiva. Seis anos mais tarde, foi nomeado o primeiro vigário de Catas Altas, então chamada de Catas Altas do Mato Dentro para diferenciar de Catas Altas da Noruega. A construção da Igreja da Matriz prolongou-se até por volta de 1780, encontrando-se inacabada até os dias atuais. O conjunto arquitetônico barroco formado não só pela Igreja da Matriz, mas também por casas antigas ao redor da Praça Monsenhor Mendes, entre outras construções, traz para o presente a história do passado da pequena e bucólica cidade mineira. Para proteger este rico acervo histórico, cultural e religioso, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) tombou todo o perímetro urbano de Catas Altas. O conjunto arquitetônico e paisagístico do Santuário do Caraça, a Praça Monsenhor Mendes e a Igreja Nossa Senhora da Conceição são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Além disso, o Parque do Caraça, de propriedade da Província Brasileira da Congregação da Missão, situado no município de Catas Altas (parte dele em Santa Bárbara), também foi transformado em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), outra medida que visa preservar a área. O tombamento do acervo é importante porque impede que as construções antigas sejam substituídas ou modificadas, paralisando o processo de destruição das preciosas construções, e preserva a memória da cidade. Antes desta medida legal, várias construções foram destruídas, como o prédio da escola que pertencia à família do Sr. Augusto Franklin Pereira. Catas Altas é, sem dúvida, uma cidade privilegiada: ao perceber a importância da identidade cultural de seu povo para construção da cidadania e da nação, afirma-se como uma enciclopédia viva de sua própria história e da história de Minas Gerais. |
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Abaixo registros de nossa visita a Quissamã
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Quissamã - Em 9 de agosto de 1627 as terras compreendidas entre o rio Macaé e o Cabo de São Tomé, aí incluídas as terras de Quissamã, foram doadas por sesmarias aos "Sete Capitães"( Miguel Aires Maldonado, Gonçalo Correa, Duarte Correa, Manoel Correa, Antônio Pinto, João de Castilho, Miguel Riscado), por Martim de Sá, em pagamento por serviços prestados à Coroa Portuguesa. Consta que o nome Quissamã foi dado à região pelos Sete Capitães, quando de sua viagem de exploração em 1832. Ao chegarem à Aldeia Nova foram recepcionados por um grupo de índios, encontrando-se entre eles um negro. Ao indagarem quem era ele e como viera para ali, respondeu-lhes que era forro; ao perguntarem se era crioulo da terra respondeu-lhes simplesmente que era da Nação Quissamã na África. Quissamã é uma palavra de origem Angolana e é uma cidade que fica a 80 km de Luanda na foz do rio Kwanza. A freguesia do Furado foi o núcleo de população mais antigo de Macaé, seguindo-se -lhe o de Quissamã. A Povoação de Nossa Senhora do Desterro de Quissamã foi elevada à categoria de freguesia em 1749. Consta que o brigadeiro José Caetano foi fundador da Vila e construtor da Matriz. Com a instalação definitiva do capitão Manuel Carneiro da Silva em Mato de Pipa, iniciou-se, a seu redor, a expansão de Vila de Quissamã. Desde o início da instalação dos primeiros colonizadores, o controle administrativo de Quissamã era exercido pelas autoridades da Vila de São Salvador dos Campos dos Goytagazes, até que em função da distância entre a Vila e as freguesias de Nossa Senhora do Desterro de Quissamã e de Nossa Senhora das Neves, o Bispo do Rio de Janeiro decidiu, 1802, erigir a freguesia de Quissamã em Cabeça de Comarca, ficando subordinada a esta, freguesia de Nossa Senhora das Neves. |
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Abaixo registros de nossa visita a Porto Real
do Colégio - AL:
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Porto Real do Colégio - O povoamento de Porto Real do Colégio remonta aos meados do século XVII. Diferentes tribos de índios, entre estas, Tupinambás, Carapotas, Aconãs e Cariris, habitavam a região, vivendo da caça, da pesca e da lavoura. Os bandeirantes em demanda ao nordeste, que desciam o Rio São Francisco, em companhia dos padres jesuítas, foram os primeiros civilizados a pisar o aldeamento que ficava à margem do grande rio. Os jesuítas erigiram na povoação, no cimo de uma colina, entre densas florestas, uma capela rústica sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, em torno da qual começou a florescer a povoação. Nos meados do século XVII, os jesuítas fundaram um convento e um colégio em frente à capela, hoje matriz de Nossa Senhora da Conceição, ao lado sul da margem esquerda do Rio São Francisco. Esse colégio bem como o convento foram abandonados pelos jesuítas quando foram expulsos em virtude do decreto do Marquês de Pombal em 1759. O nome verdadeiro deveria ser Colégio de Porto real, pois seu povoamento originou-se do Colégio dos jesuítas que lhe deram o nome de Real. |
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Abaixo registros de nossa visita a Nova Friburgo
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Nova Friburgo - A colonização do território pertencente aos Municípios de Nova Friburgo e Cantagalo data do reinado de D. João VI, que autorizou, em 1818, a vinda de 100 famílias suíças, oriundas do cantão de Friburgo, para criação de uma "colônia". Nomeado inspetor da povoação recém-formada, o Monsenhor Pedro Machado de Miranda Malheiros, instalou a sede da colônia, sob a denominação de Nova Friburgo, em vista da procedência dos colonizadores. As primeiras levas de colonos suíços chegaram, em número de 30 famílias, em fins de 1819 e começos de 1820, depois de serem construídos os edifícios imprescindíveis à vida da colônia. A 3 de janeiro de 1820, considerando o progresso da colônia, baixou o governo alvará que concedia a Nova Friburgo predicamento de "Vila" e desmembrava suas terras da área de Cantagalo. A instalação da Vila verificou-se aos 17 de abril do mesmo ano, localizando-se a sede na povoação do Morro Queimado. Em 1823, foi incumbido o major George Antônio Scheffer de contratar na Alemanha a vinda de novos imigrantes para o Brasil, destinados às colônias de Leopoldina e Frankenthal, fundadas na Bahia em 1816. Os colonos foram desviados, porém, desses destinos e, por motivos ignorados, encaminhados para Nova Friburgo, onde chegaram a 3 de maio de 1824. Em 1831, terminou o sistema de administração especial da colônia, passando sua gestão à competência da Câmara da Vila. Mais tarde, com a chegada de imigrantes italianos, portuguêses e sírios, acentuou-se o progresso da localidade, que a 8 de janeiro de 1890 era elevada à categoria de Cidade. A partir de então, tem sido incessante o progresso de Nova Friburgo, determinado pela implantação de indústrias e pela afluência de turistas atraídos pela beleza natural da zona montanhosa e salubridade do clima privilegiado. |
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Abaixo registros de nossa visita a Tiradentes
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Tiradentes - Suas antigas denominações foram "Arraial Velho de Santo Antônio", e "Vila de São José do Rio Mortes" e cidade de São José del-Rei. O nome São José resulta de homenagens ao então príncipe de Portugal D. José I. A vila de São José resultou do desmembramento da vila de São João del-Rei em 1718. As lavras de São José del-Rei foram descobertas por João de Siqueira Afonso, em 1702, nos primórdios do século XVIII. Ao ser proclamada a República, o governo republicano precisava de um herói que, segundo os novos governantes, representava esses ideais. A escolha caiu sobre o alferes Joaquim José da Silva Xavier, que além de tudo combateu um governo monárquico. Dessa feita, foi mudado o nome da cidade para Tiradentes. Tiradentes tornou-se um dos centros históricos da arte barroca mais bem preservados do Brasil, por isso voltou a ter importância, agora turística, na metade do século XX, foi proclamada patrimônio histórico nacional tendo suas casas, lampiões, igrejas, monumentos e demais partes recuperadas. |
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Abaixo registros de nossa visita a Fortaleza de
Santa Cruz da Barra em Niterói - RJ:
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Fortaleza de Santa Cruz da Barra - Localiza-se no lado oriental da barra da baía de Guanabara, no bairro de Jurujuba, município de Niterói, no estado brasileiro do Rio de Janeiro. Cruzando fogos com a Fortaleza de São João e com o Forte Tamandaré da Laje, constituiu a principal estrutura defensiva da barra da baía de Guanabara e da cidade e porto do Rio de Janeiro durante o período da Colônia e do Império. Encontra-se guarnecida até aos dias de hoje, atraindo uma média de dois mil visitantes por mês, em visitas guiadas, de hora em hora, com a duração de cerca de 45 minutos. Atualmente, é a sede da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército.Alguns autores repetem, incorretamente, que a primitiva ocupação de seu sítio remonta a uma defesa improvisada por Nicolas Durand de Villegagnon à entrada da barra (1555), artilhada com duas peças e ocupada por forças portuguesas no contexto da campanha de 1565-1567, esquecidos de que as narrativas das fontes coevas se aplicam à tentativa de instalação de uma bateria na Ilha da Laje, fortificada pelos portugueses muito mais tarde. Em 1612, sob o reinado de Filipe III de Espanha, contando com vinte peças de artilharia de diversos calibres, passou a ser denominada como Fortaleza de Santa Cruz da Barra, tendo o seu regimento sido aprovado em 24 de Janeiro de 1613 pelo governador da Capitania, Afonso de Albuquerque (1608-1614) (em outras fontes, D. Álvaro Silveira e Albuquerque), que teria determinado a escavação de cinco celas na rocha viva, com as dimensões de dois metros de altura por sessenta centímetros de largura. De propriedade do Ministério da Defesa, sob a administração do Exército, a Fortaleza de Santa Cruz e todo o conjunto de edificações situadas após o portão contíguo ao canal (área construída de 7.153 m²), foram tombadas pelo Patrimônio Histórico Nacional desde 1939. A partir de 2002 vêm sendo procedidas obras de restauração, com recursos oriundos do BNDES, através de convênio com a Fundação Cultural do Exército (FunCEx), compreendendo obras de construção de esgoto sanitário, recuperação de telhados (atacados por cupins), restauro do emboço e pintura externa, impermeabilização da laje do Pátio de Comando e do Salão de Pedras (antigo paiol). Atualmente, o visitante encontra quarenta e duas antigas peças de artilharia, de diversos períodos, distribuídas pelas três baterias.Desde 2005 as suas instalações sediam o Quartel-general da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército, ligada à 1ª Divisão de Exército e ao Comando Militar do Leste. |
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Abaixo registros de nossa visita a Ouro Preto
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Ouro Preto - Foi a primeira cidade brasileira a ser declarada pela UNESCO, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, no ano de 1980. O ouro mineiro começou a chegar a Portugal ainda no final do século XVII. Em 1697 o embaixador francês Rouillé menciona chegada de ouro "peruano", cita 115,2 kg. Godinho, sem citar a fonte, menciona para 1699 725 quilos e em 1701 a chegada de 1.785 quilos. A origem de Vila Rica está no arraial do Padre Faria, fundado pelo bandeirante Antônio Dias de Oliveira, pelo padre João de Faria Fialho e pelo coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão deste, por volta de 1698.A vila foi fundada em 1711 pela junção desses vários arraiais, tornando-se sede de concelho, com a designação de Vila Rica. Em 1720 foi escolhida para capital da nova capitania de Minas Gerais. Em 1823, após a Independência do Brasil, Vila Rica recebeu o título de Imperial Cidade, conferido por D. Pedro I do Brasil, tornando-se oficialmente capital da então província das Minas Gerais e passando a ser designada como Imperial Cidade de Ouro Preto. Em 1839 foi criada a Escola de Farmácia e em 1876 a Escola de Minas. Foi a capital da província e mais tarde do estado até 1897. A cidade inspirou a criação de várias outras cidades, se não com o mesmo nome como Ouro Preto no Maranhão, no Mato Grosso, no Rio Grande do Norte e Ouro Preto do Oeste em Rondônia, os bairros Ouro Preto em Belo Horizonte/MG, em Maceió/AL, Olinda/PE e outras em locais de menor expressão, curiosamente, foi criado no Estado de Indiana, nos Estados Unidos, uma cidade que surgiu após o fundador ler uma reportagem que falava justamente sobre a cidade de Ouro Preto, criando lá a City of Brazil, no ano de 1844. |
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Abaixo registros de nossa visita ao Museu Imperial
em Petrópolis - RJ:
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Museu Imperial - Popularmente conhecido como Palácio Imperial, é um museu histórico-temático, localizado no centro histórico da cidade de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, Brasil, instalado no antigo Palácio de Verão de Dom Pedro II.
As
origens do palácio remontam à passagem do Imperador Dom
Pedro I pela região da serra fluminense, a caminho das Minas
Gerais. Hospedando-se na fazenda do Padre Correia, encantado com a paisagem
e clima ameno, fez uma oferta para comprá-la. Com a recusa do
proprietário, o Imperador adquiriu um outro lote de terra, a
Fazenda do Córrego Seco, onde pretendia levantar um palácio
de verão, plano que não chegou a concretizar. |
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